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Benvindos Freguesia de Boliqueime

História

RESENHA HISTÓRICA

Pela prefeitura foi esta freguesia unida ao Concelho de Albufeira. Pela Lei de 17 de Abril de 1838 anexada ao antigo Concelho de Loulé, tendo voltado a pertencer ao Concelho de Albufeira entre 10 de Julho de 1839 e 24 de Outubro de 1855, data em que Boliqueime passou, definitivamente, a integrar o novo Concelho de Loulé onde permanece até aos nossos dias.

Apesar de alguns entendidos na matéria afirmarem que “Boliqueime Velho” se situava a sul, junto da estrada que se dirige de Faro para Lagos, segundo o insigne autor da Monografia do concelho de Loulé e estudioso da história algarvia, Ataíde Oliveira, Boliqueime surgiu, inicialmente, num sítio ainda mais a sul, denominado de Olhos D’Água.

A sua origem liga-se aos genoveses, venezianos e sicilianos que nos séculos XIII, XIV e XV demandavam a costa algarvia para a pesca do atum e da baleia e iam aos Olhos D’Água carregar a indispensável água potável. Aliás em italiano Boliqueime significa Olhos D’Água. 

Este nome, que agradou aos seus naturais, foi adoptado pelos populares e ficou na povoação desde que Boliqueime se “deslocou” para onde actualmente está implantado.

A título de curiosidade, reza a história que foi na freguesia que D. João I mandou fazer as primeiras experiências de plantação de cana-de-açúcar. Afectada pelo terramoto de 1755 a igreja matriz de Boliqueime teve que ser novamente edificada, sendo actualmente um dos pontos de passagem obrigatória em Boliqueime, seguindo-se o museu e a Igreja de S. Faustino, santo a quem a população dedica uma festa e grande devoção por este ser apelidado de advogado dos quebrados.

 

ORIGENS

Boliqueime, sede de freguesia, situa-se na encosta de uma pequena colina à vista do mar e tocando, já, o barrocal. "Vizinha do Mar", terá ido buscar o nome, aos Olhos de Água, segundo defende Ataíde Oliveira, num tempo em que Genoveses, Sicilianos e Venezianos, pelos séculos XIII, XIV e XV, andavam na faina pesqueira pelos mares do Algarve e ali se abasteciam de água potável. O "Povo Velho", a poucos passos da povoação e antiga sede da freguesia, foi destruído pelo terramoto de 1755 que deitou por terra o templo medieval de três naves. Já na encosta e rodeada pela povoação propriamente dita, a Igreja actual foi construída logo em 1759 e dedicada ao mártir São Sebastião. 

O topónimo "Boliqueime" deriva do italiano "bulicame" que significa "fonte termal", estando a criação desta aldeia ligada aos genoveses, venezianos e sicilianos que nos séculos XIII, XIV e XV demandavam a costa algarvia para a pesca do atum e da baleia e iam aos Olhos D’Água (ou seja a Boliqueime) carregar a indispensável água potável. Obviamente o sufixo português "-queime" substituí o falso sufixo italiano "-came", asim exprimindo o sentido do adjetivo "termal".

Este nome, que agradou aos seus naturais, foi adoptado pelos populares e ficou na povoação desde que Boliqueime se “deslocou” para onde actualmente está implantado.



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